sábado, 22 de abril de 2017

Casamento não é fantasia


Casamento não é fantasia e esqueçam tudo que pensam com relação a isso, é diferente do que se passa nos filmes, nas novelas e até nos seus pensamentos sobre o futuro, casamento não é fantasia, casamento é pura realidade, e dessa realidade são poucos os que aguentam firme.

Lembro do dia que pedi a minha namorada em casamento, acabou sendo feito na faculdade e num momento em que só nós duas estávamos numa sala, tenho que admitir que eu não fazia ideia da dimensão do pedido, porém foi uma das decisões mais sensatas que já tive em minha vida, a recíproca e aceitação sei que foram verdadeiras, mas no fundo as duas não tinham tanta noção do que seria isso de casamento, mas tem coisas que só vivendo é que se aprende.

No meu passado já tive diversos relacionamentos, muitos foram intensos e rápidos, era sempre um 8 ou 80, ou eu era a parte mais interessada ou então eu não dava a mínima pra pessoa que estava ao meu lado, nunca fantasiei muito sobre relacionamento sério porque eu sempre gostei mais da intensidade das coisas, daqueles casos que duram 2 meses e que depois parece que nunca conheci a pessoa, posso resumir minha vida pessoal em uns 90% assim.

Em 2013 conheci uma menina que em poucos meses se tornou a minha melhor amiga, eu tentava sempre me convencer que era amizade, afinal é muito estranho ter alguém sempre junto, eu estava acostumada com coisas rápidas e pessoas vazias, mas fui aprendendo que um verdadeiro relacionamento é calmo mesmo, e que nem sempre uma melhor amiga quer dizer apenas amizade, o amor tem como peça fundamental o respeito e a amizade, sim... a amizade, só a amizade é capaz de suportar as diferenças sem desistências, a amizade derruba a fantasia, aquela fantasia criada de amor a primeira vista, pois tudo que começa rápido demais, também termina rápido demais.

Casamento não é fantasia, fui enfim vivendo a realidade de 2013 pra cá, deixei de ser muito imatura, briguenta, ciumenta, entre outras coisas ruins que eu tinha, pude enfim deixar meu lado inseguro de lado, percebi que diante de mim eu tinha na minha frente a minha melhor amiga, a pessoa que me conhecia completamente, juntas tínhamos nossos segredos, manias e principalmente... amor.

O amor literalmente derruba todas as fantasias, amar não é fazer mil declarações e expor em redes sociais como as pessoas acham (e que eu também achava até então), amar é conviver, é saber lidar com todas as diferenças e enfrentar os obstáculos que a vida acaba trazendo. Casamento não é fantasia, quando enfim decidimos morar juntas tivemos vários desafios... dificuldades financeiras, receio do futuro profissional e principalmente... o desafio de lidar com gênios diferentes, manias diferentes e com o orgulho que cada uma tinha de maneira diferente, casar fugiu totalmente do conceito "felizes para sempre", casar deu início a um começo, e o começo não teve nada daquela fantasia amorosa, o começo foi trazendo aprendizagem, e tudo começou num pequeno apartamento no dia 5 de julho de 2016, o dia e a mudança em si foram totalmente engraçadas, mas o início será algo a ser dito em outra postagem.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Casamento entre duas pessoas


Depois de um longo tempo sem escrever no blog, eis que a vontade surgiu e parei para pensar nesse tema acerca da união estável/casamento de duas pessoas do mesmo sexo. Bom, para começar lembrei do início do meu blog há quase 10 anos, naquela época apesar de ter quase 18 anos de idade, eu via e sentia uma realidade completamente diferente da atual, antes a homossexualidade era vista como algo mais pesado do que é hoje, nos últimos 10 anos tenho visto muitas mudanças positivas, especialmente no que diz respeito aos direitos de fato.

Tenho e sempre tive amigas lésbicas, antigamente quem era fingia que não era, se eu parar pra pensar era até engraçada a situação de ver que por medo e receio do preconceito muita mulher acabava ficando com homens só por "aparência", algumas se assumiram e hoje estão bem com suas mulheres ou então estão solteiras mas levando uma vida sem mentiras, outras ainda fingem que gostam de homens e que jamais o assunto de homossexualidade surgiu em suas cabeças.

Eu tenho que admitir que já tive a cabeça muito fraca diante do preconceito, quando eu era adolescente sofri preconceito demais com tudo que eu falava ou vestia, hoje as mesmas pessoas que riam de minha cara querem se aproximar de mim, algumas engravidaram e foram abandonadas, outras simplesmente envelheceram 50 anos nos últimos 15 anos, e assim a vida vai seguindo, mas todo preconceituoso deveria ter cautela antes de atingir alguém, eu superei o preconceito e a depressão de antigamente, mas e os que não conseguiram isso? e os que se mataram por não terem uma família e amigos que entendessem a situação?

Pois bem, diante de tudo que já relatei no meu blog até hoje, acredito que detalhei muitas fases da minha vida aqui, foi aqui que falei dos meus primeiros relacionamentos, decepções e até de algumas aventuras que vivi, acredito que cheguei numa fase muito madura que me custou por exemplo a perda da inspiração de escrever, tive uma vida conturbada mas de grande evolução de personalidade e acreditem que esse tempo sumida daqui valeu muito, aprendi demais.

Uma das minhas grandes novidade (a maior na minha opinião) foi que eu casei, casei do meu jeito, não precisei de festas ou grandes exposições acerca do fato, na verdade foi tudo tão inesperado, em um dia que parecia ser comum, eu e a minha namorada tivemos que escolher entre uma separação (afinal a família dela não aceitava o relacionamento), ou então casar de vez e encarar tudo, confesso que eu estava preparada para qualquer situação, se eu ficasse sozinha não seria problema, fui criando ao longo do tempo uma grande força e sabedoria para entender que todos nós podemos viver sozinhos e felizes, mas obviamente que ter alguém para estar ao nosso lado é bem melhor, e assim o casamento começou, em vez de festas tivemos um grande trabalho para ajeitar todas as coisas em um apartamento que era tão pequeno, mas que naquela época estava maravilhoso e parecia um castelo, não por ser luxuoso, mas sim por ser o início de uma vida cercada de amor, respeito e muito companheirismo.

O casamento não é mais aquela coisa taxativa entre homem e mulher, aliás, acho que nunca foi, a diferença é que agora as pessoas tem mais coragem, é inevitável infelizmente que ainda existe muito preconceito, estou casada há quase 1 ano e sei que muita gente ainda olha torto e não sabem lidar com o fato de ser duas mulheres, mas o meu foco é ir sempre atrás do que eu quero e do que me faz feliz, a opinião alheia não significa nada em minha vida, não mais.

Alguns podem ter curiosidades acerca do casamento entre duas mulheres, afinal, em um breve resumo significa: Dois gênios fortes, duas TPM'S todos os meses, ciume dobrado, quem é aquela fulana? pergunta em dose dupla, são dois jeitos iguais e diferentes ao mesmo tempo, mas são coisas que a partir de outras postagens vou detalhar um pouco.

domingo, 29 de maio de 2016

Sensação de bifurcação


Engana-se quem pensa que a pior coisa é literalmente a escolha errada, na verdade penso que a pior coisa é não saber que escolha fazer, seja ela ruim ou boa, até porque só o tempo mostra o que de fato é bom ou ruim em nossas vidas, mas o primeiro passo sempre será dado pela própria pessoa.

Andar... quem diria que andar as vezes fosse tão difícil, as vezes a gente simplesmente não sabe se anda, se para ou se faz círculos, uma das coisas mais tediosas talvez seja justamente isso: Andar em círculos, você permite que sua vida seja aquele passo controlado que no fim sempre te leva para o mesmo lugar, mas e como decidir quando algo te divide em 50/50?

As escolhas nem sempre são fáceis, em tudo que você escolher algo será perdido diante da escolha, seja ela profissional, amorosa ou de qualquer tipo, e é ai que você chega em um lugar: numa bifurcação, no momento me encontro parada, observo parada as coisas, não sei o que sinto e sobre o que sinto, sentimentos desconhecidos se somam, sentimentos fortes se apagam, e nessa bifurcação o que for escolhido assustará de forma igual.

Seria bom se tivéssemos um manual da vida com todas as precauções e avisos sobre tudo e todos, queria nesse exato momento uma luz que me mostrasse uma prévia do resultado de cada escolha, mas ai percebo que a vida não dá prévia alguma, ou você vai, ou você fica, e não existe opção de um meio termo entre parar e escolher, devemos sempre agir ou não agir, mas nunca um meio termo para isso, e assim vai surgindo uma bifurcação... qual é a sua?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Minhas para noias


Desde pequena fui adepta a escolher aquilo que a princípio me prejudicava, fui a criança que comia doces enquanto a mãe insistia em dizer que fazia mal, fui a adolescente rebelde que fugia escondido de casa quando a mãe dizia que era perigoso e sou a jovem que, por vezes, ainda teima em escolher errado as coisas.

Acredito que todos nós temos um ponto fraco na vida, algo que em determinado tempo foi uma escolha errada que puff... tornou-se de fato uma pedra no sapato constante, o meu ponto fraco sempre foi os meus relacionamentos, e isso desde o primeiro, fui bastante precoce nessas coisas e hoje bate um arrependimento de ter me jogado tão cedo em coisas que acabam deixando uma marca, seja ela positiva ou não.

Até os meus 16/17 anos eu era uma pessoa diferente, tinha muito ar de inocência apesar da minha personalidade ser forte desde muito nova, mas eu era inocente e acreditava nas boas intenções e palavras, não pensei que pessoas próximas mentiam por exemplo, e que inocência essa minha não é mesmo? elas mentem, nesse exato momento você que está lendo provavelmente disse ou escutou uma mentira recentemente, mas esqueceram de me avisar que a vida teria esses riscos, lembro que quando comecei a sair de casa a única coisa que eu ouvia era um " tenha cuidado ", sempre pensei que o cuidado tinha a ver com a estrada, com o perigo das ruas, mas o meu maior desafio e inimigos estava presente nas pessoas.

Sempre tive azar em qualquer relacionamento que eu me metia, o pior e mais traumático acabou sendo o primeiro, eram tantas mentiras e traições e o principal: a sensação de ser diminuída a ponto de ter um relacionamento em total sigilo por vergonha das pessoas, não foi fácil mas me fez um bem danado quando chegou ao fim, tirei um peso literalmente das minhas costas, mas ficou ali o gosto amargo de tudo de ruim que aconteceu, foi ali que aprendi um pouco como as pessoas seriam mesmo capazes de enganar e mentir, mas pensei: Ora, foi azar momentâneo, nem todas as pessoas são iguais, e realmente não foram, em meados de 2009 conheci alguém que me conquistou ponto a ponto por sua sinceridade, com ela pude esquecer a maldade anterior, esqueci as mentiras e foi um relacionamento que me marcou não pelo amor forte que existiu, até porque não foi amor, foi uma aventura misturada com bons sentimentos, e esses bons sentimentos afastaram de mim todas as mentiras anteriores, mas não por muito tempo, passei dois anos da minha vida refletindo e buscando um aprimoramento pessoal, acredito que de 2009 a 2011 eu "subi" na vida, conquistei muitas coisas, adquiri uma necessária ambição de crescer, de estudar mesmo.

Mas dizem que ninguém é feliz sozinho, não é? hoje discordo, mas antigamente acreditei nessa teoria e fui para o meu terceiro relacionamento entre 2006 a 2011, por essa tive uma paixão desmedida, doentia mesmo, ela me levou ao fundo do poço com sua aparência relativamente frágil, porém com toda sua personalidade obscura bem guardada, com ela vivi meu primeiro relacionamento duplo, ela era a minha namorada e namorava também um rapaz (mas não sabíamos disso, obviamente), de início fui muito inocente acreditando que estava vivendo uma história bacana, quando no fundo nem sei o que fui, já que tenho plena noção de que não signifiquei nada, e foram tantas traições e mentiras que quando definitivamente me afastei eu cai num poço cavado por mim, pude perceber claramente ali que o problema estava em mim, essas rejeições, essas mentiras e traições poderiam cair duas vezes numa mesma pessoa sem ser ela a responsável? até hoje penso que não, vivi a fase mais insana da minha vida nessa época, logo em 2011 pratiquei algo que jamais tinha feito antes: Eu menti também, usei uma pessoa e a conquistei com palavras fáceis e sentimentos que não existiam, como também já tinham feito comigo antes, me achava no direito de revidar isso, e sei que causei um certo estrago, um casamento se acabou com meu empurrãozinho enquanto no fundo no fundo eu não sentia nada pela pessoa, ainda que minha boca falasse coisas diferentes, de início achei divertido ter uma pessoa ali nas minhas mãos, agora poderia entender o prazer que sentiam comigo ao me enganar, mas a diversão logo acabou e em menos de um mês comecei a me sentir culpada e a culpa me venceu e dei um fim a essa brincadeira antes que eu também empurrasse a pessoa para um poço como eu mesma estava.

Acredito totalmente que em 2011/2012 vivi os dois piores anos nesse aspecto, me sentia tão estúpida e idiota por ter sido enganada e traída, essa sensação só aliviava quando eu me jogava em alguma balada e bebia, conheci todo tipo de gente, especialmente aquelas que não lembro nem o nome e só me dou conta quando acabo vendo na rua ou em algum lugar e penso " poxa, fiquei com essa, que merda", não me arrependo da maneira que busquei para me livrar dessa péssima experiência de relacionamento, me sentia com poder quando eu mesma ditava a ordem das coisas e dos acontecimentos, quando as pessoas me procuravam e não o contrário, de 2013 para cá tenho vivido coisas diferentes e sem dúvida alguma mais calmas, mas experiências anteriores e infelizmente até atuais me colocam numa velha questão: Confiar ou não confiar? e se minhas paranoias sempre fizerem sentido? hoje ainda tenho receio de ser a criança que desobedecia a mãe e comia algo prejudicial a saúde, tenho receio de ser a adolescente que fugia de casa ser ter noção do que é perigo de verdade, infelizmente os meus traumas pessoais com relação a mentiras no geral permanecem em mim, é como se estivessem ali no fundo, soltando para fora no mínimo de alerta que possa aparecer com algo.

Hoje percebo o quanto as minhas escolhas erradas do passado afetaram a minha vida no presente, me tornei uma pessoa desconfiada e extremamente exigente, e acima de tudo não sei se a porta que abro é a correta, será que a vida é realmente essa imensidão de escolhas erradas? ... VEREMOS...

domingo, 27 de dezembro de 2015

Tudo muda quando nós mesmos mudamos.


De nada adianta uma simples alteração de data, mês ou ano se a coisa mais importante não for alterada: nós mesmos.  Não quero ser mais uma imbecil como tantos que apenas desejam as coisas, não quero desejar, quero fazer, quero ser.

Ultimamente tenho sentido uma vontade absurda de sair mudando tudo que posso, eu que sempre gostei do azul, quero também experimentar o rosa, só para poder ver e viver coisas diferentes, pois finalmente percebi que a maior bagagem que podemos ter na vida é simplesmente por vivê-la.

Tenho sim minhas inseguranças, como qualquer pessoa tem, acabei de terminar a graduação, e eis que surge a fase de cobranças de terceiros, e principalmente: a minha, quero encontrar meios e formas de não ser mais uma que se forma e que emenda com outra graduação em outro curso, não quero ser assim, num passado que não me orgulho muito eu desisti das coisas, e essa desistência roubou uns anos de minha vida ( 3 ou 4), mas uma parte de mim não se arrepende porque voltei mais forte, e assim continuarei, então como meta principal para um novo ano e pessoa que surgem é essa: um emprego, algo que eu tenha por mérito e mais estudos ainda.

No sentido de relacionamento, tive um dos piores anos, e ao mesmo tempo, aprendi muito, acabei saindo de fantasias perfeitas que criei na minha cabeça e fui jogada para um mundo mais real de erros, mentiras e perdão, um fato grande é que existe sim uma certa incerteza quanto a esse futuro nesse aspecto, mas e quem não tem? nossos sentimentos são incertos, ainda não enxerguei perfeitamente se o meu é sozinha ou acompanhada, mas se for acompanhada, sei que tenho uma grande pessoa para trilhar esse caminho.

E por fim se encerra 2015 e a Patricia de 2015 também, sinto que como pessoa tive evoluções, passei por diversas situações, problemas, crises e perdas, foi um ano daqueles em que literalmente perdi o meu ar, mas que do fundo do poço também enxerguei um pouco de luz, luz essa que me inspira até a escrever algo depois de tempo. No peito, levo a saudade eterna da minha maior perda até hoje: Lulu, perdi a conta de quantas vezes fui dormir chorando por ter essa certeza chata de uma perda eterna, meu maior medo era que isso acontecesse, e já aconteceu, e por mais doloroso que seja, eis que cheguei a uma tremenda conclusão: Não tenho mais medos, que venha 2016.

domingo, 22 de novembro de 2015

Minhas interrogações


Acredito que todos nós temos os nossos pontos de interrogações, por pelo menos uma vez na vida esse momento chega. Tenho que admitir que ter dúvidas nunca foi ou é a minha meta, mas quando a gente vive, a gente percebe que esses caminhos são incertos e que no fundo, no fundo mesmo, não sabemos de nada.

Hoje convivo com um milhão de interrogações, até mesmo aquelas que me contradizem no que eu sou ou deixo de ser, no que eu quero ou deixo de querer, penso nas minhas interrogações da hora que eu acordo até a hora que eu durmo, desejando o impossível: Meus dias tranquilos de volta, mas é o mundo real que chama e que deve prevalecer.

E o mundo real é de fato uma grande interrogação, quando abrimos os olhos pro que é e que pro que parece ser, as coisas, no meu ponto de vista, chega assustam, é assustador perceber a maldade, a mentira e o pior, a minha enorme capacidade de entrar em situações sem perceber a malícia, hoje em dias as amizades não são sinceras, e nem o amor também, é necessário abrir o olho.

E a minha primeira interrogação a ser analisada e colocada em prática é a de ser maliciosa, só quem tem malícia consegue ter um maior controle sobre tudo, afinal: Todos nós somos interrogações, sem exceção a regra.

domingo, 15 de novembro de 2015

Sofro por ódio


ódio
substantivo masculino
  1. 1.
    aversão intensa ger. motivada por medo, raiva ou injúria sofrida; odiosidade.
  2. 2.
    p.met. a pessoa ou a coisa odiada.


É comum observarmos de maneira errada o uso da frase "sofro por amor", na verdade ninguém sofre por sentimentos bons e nem lembranças, o nome para isso é saudade e não sofrimento, o sofrimento que fica mesmo cravado é o do ódio, ou de no mínimo alguma mágoa.

Estranhamente não estou apontando uma ou duas pessoas, as minhas piores críticas são todas voltadas para mim, afinal nunca vi uma pessoa tão teimosa como eu mesma, me considero bastante intuitiva, porém mesmo sendo assim me permito cair em armadilhas sem ter aprendido nada com tudo que já vi antes na vida.

Dizem que nunca é tarde para mudanças ou para buscar coisas diferentes, e pela primeira vez espero que realmente não seja, quero usar o meu ódio como armadura e minha intuição para afastamentos, pois cheguei a conclusão que ninguém consegue ser interessante aos meus olhos, o que eu procuro talvez eu nunca ache.

Aprendi que mesmo que as coisas não funcionem como planejamos é importante um plano B, C, D... escolhas diferentes, se tudo me parece tão desinteressante agora, mudarei o que está no meu alcance e sob meu controle: Eu mesma.